Quase
Quase ignoto já!
Este caminho devoto
Que percorro sempre só…
Quase morto já!
Este sentido perdido
Que de novo me aguilhoa…
Quase morto,
Quase ignoto...
Quase!...
E eu crédulo, moribundo
O deixei
P’ ra de novo atormentar-me
– Oh! Antes o tivera matado!!

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