Vale a pena
De que me vale alojar
Este mar de ternura no peito?
De que me vale voar
Nas asas de um sonho desfeito?
Vale! Valerá sempre,
Se, um dia só, um instante sequer,
Tu te dignares olhar
P’ rá dor que vai neste peito!
Vila Franca do Campo, 98/03/11

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